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DCE dá apoio a convênio entre UFRGS e Universidades estrangeiras

quarta-feira, 27/01/10

Vai para a pauta da primeira reunião do Conselho Universitário do ano de 2010, um protocolo de intenções assinado entre a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a Universidade Nacional da Costa Rica. Entre as intenções está a assinatura de um convênio entre ambas as instituições para o intercâmbio de docentes, técnicos administrativos e estudantes. Marcel van Hattem, membro da Comissão de Interação Universidade-Sociedade (CIUS) do Conselho Universitário (CONSUN), visitou nesta quarta-feira, dia 27, o prof. Heinrich Hasenack, do Instituto de Biociências, para conhecer os detalhes da iniciativa, que surgiu a partir de uma visita do prof. à instituição costarriquenha no ano de 2009. “A UNA, da mesma forma que a UFRGS, é um dos Centros de Apoio à utilização do software cartográfico Idrisa, da Universidade de Clark (EUA)”, conta o professor, que teve seu primeiro contato com tal software no ano de 1988 quando participou de um curso promovido pela ONU na Suíça, em 1988, que introduziu a Cartografia Digital.

“O interessante do Convênio é que, além de promover o intercâmbio de estudantes da área da Geografia, também será extensível a estudantes de todas as demais áreas da Universidade que sejam de interesse mútuo das instituições”, frisou Mariana Martins, diretora de Relações Internacionais do DCE. “Além disso, vamos fazer contato com o Diretório Central dos Estudantes da UNA para que tanto o nosso DCE possa receber bem e orientar os estudantes que venham da Costa Rica, como também o DCE de lá possa atuar em favor do estudante da UFRGS”, conclui van Hattem. O projeto de convênio entre as Universidades está atualmente na pauta da CIUS, e conta com o parecer favorável do relator, prof. José Carlos Frantz, apoiado pelo DCE Livre. No mês de março, deve constar da pauta do CONSUN

Outros projetos – Marcel e Mariana conheceram ainda o laboratório do Instituto de Biociências, que é vinculado ao Centro de Ecologia da Universidade. Um dos mais importantes projetos que estão sendo desenvolvidos atualmente e que tem conclusão prevista ainda para o primeiro semestre deste ano, é a integração de todos os mapas geográficos (hidrográficos, topográficos, viários, entre outros) do Rio Grande do Sul. “A última versão atual desta integração é de 40 ou 50 anos atrás”, disse o Prof. Hasenack, que defende a integração das plantas há quase duas décadas. A tecnologia também entrou na pauta. “Com o surgimento do Google Earth, a cartografia se popularizou, e agora que as pessoas têm acesso a todos estes dados e mapas feitos com fotos de satélite, elas começam a se perguntar o que o Google não faz e a buscar mais informação. É agora que a ficha começou a cair”, finaliza Hasenack.

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