Arquivo da categoria ‘Movimento’
40 ANOS DEPOIS!
Publicado por DCE-UFRGS em Quarta-feira, 26/03/08
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DCE/Ufrgs repudia ato de violência contra as mulheres da Via Campesina
Publicado por DCE-UFRGS em Quinta-feira, 06/03/08
O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (DCE/Ufrgs) repudia a repressão e a criminalização das mulheres camponesas pelo governo Yeda. O governo do estado é serviçal de uma multinacional que adquiriu terras ilegais, na faixa de fronteira, inclusive utilizando uma “empresa laranja”. E o governo federal é cúmplice, pois além de apostar na implantação do mercado exportador de celulose no Brasil para gerar o superávit primário, freou as investigações da Polícia Federal sobre as ilegalidades da empresa.
Prestamos nossa total solidariedade às mulheres e estamos juntos nas lutas. Vale lembrar que no 8 de março de 2007 o palco da luta foi a Ufrgs. Pela manhã repudiamos a presença de George W. Bush, que quer transformar o país em um grande canavial; à tarde, estudantes e camponesas, ocupamos o pátio da Reitoria para pedir o cancelamento do convênio da Universidade com a Aracruz Celulose. No ano passado, os dois convênios tentados pela empresa foram barrados graças à nossa união. O papel da Universidade e da “Ciência” foi questionado: “Para quê? E para quem?”.
Viva as mulheres que fazem a luta de resistência para educar seus filhos, produzir alimentos, preservando o meio ambiente e colocando a continuidade da vida humana e dos seres vivos em primeiro plano.
Soberania alimentar e educação não são mercadorias!
Por uma universidade pública e popular!
DCE/Ufrgs – gestão 2007/2008
Somos todos iguais, Braços dados ou não.
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FESTA DA DIVERSIDADE
Publicado por DCE-UFRGS em Terça-feira, 25/09/07
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CADERNO DE TESES DO III CONGRESSO DOS ESTUDANTES DA UFRGS
Publicado por DCE-UFRGS em Sábado, 15/09/07
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Vale vender a Vale?
Publicado por DCE-UFRGS em Segunda-feira, 27/08/07
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Servidores da UFRGS aderem a greve nacional
Publicado por DCE-UFRGS em Terça-feira, 29/05/07
Os/as servidores/as da UFRGS reunidos em assembléia hoje, 28/05/2007, no auditório da Faculdade de Direito deliberaram a entrada em greve por tempo indeterminado conforme aprovado na plenária da FASUBRA (Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras) dos dias 4 e 5 de maio. Assim, a ASSUFRGS – seção sindical é a 26ª associação de servidores de Universidades federais a entrarem em greve.
Atacados com o congelamento salarial previsto no PLP 01/2007 previsto no PAC – Plano de Aceleração do Crescimento e contra a restrição do direito de greve, os/as trabalhadores/as da UFRGS juntaram-se à explosiva conjuntura nacional de greves e ocupações de reitorias, evidenciado à luta dos trabalhadores e estudantes universitários contra o desmonte das Universidades Públicas e por melhores condições de trabalho.
Eis as pautas de reivindicações aprovada pela assembléia que teve a presença de mais de 300 servidores:
Eixos Específicos da Fasubra- APRIMORAMENTO DA CARREIRA
- Recursos para Reestruturação da Tabela: Parâmetros da Plenária de dezembro de 2005
- Resolução do VBC
- Evolução da tabela
- Racionalização
- Alteração do Anexo IV
- RECURSOS PARA O PLANO DE SAÚDE SUPLEMENTAR
- EM DEFESA DOS HUS: CONTRA O MODELO DE FUNDAÇÃO ESTATAL
Eixos gerais dos SPFs (Servidores Públicos Federais)
1. CONTRA O PLP 01/2007 – EM DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS
2. NEGOCIAÇÃO COLETIVA NO SERVIÇO PÚBLICO
3. CONTRA A RESTRIÇÃO AO DIREITO DE GREVE
4. Isonomia Salarial e de Benefícios
- Piso e teto – começando pelo executivo
5. Contra a restrição ao exercício do Direito de Greve
6. DPC – Diretrizes de Plano de Carreiras
7. Ascensão Funcional
8. Paridade entre ativos e aposentados e pensionistas
9. Incorporação de Gratificações
10. Contra a PEC 12
11. Pela manutenção do veto a EMENDA 3
12. Contra o Modelo o de Fundação Estatal/Contra a transformação dos HUs em Fundação Estatal
13. Regulamentação da Aposentadoria Especial
14.Contra qualquer Reforma que retirem direitos
O DCE/UFRGS esteve presente à assembléia, saudou os servidores e declarou apoio à greve como instrumento último de mobilização e reivindicação dos trabalhadores. O comando de greve agora tratará de aumentar a adesão dos técnicos-administrativos para forçar uma imediata mesa de negociação coletiva com o governo federal para vencerem a PLP 01/2007, a restrição ao direito de greve e por melhores condições de carreira.
Mais detalhes em www.fasubra.org.br; www.assufrgs.com.br; www.ufrgs.br
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Ato dia 23 de Maio
Publicado por DCE-UFRGS em Segunda-feira, 21/05/07
Rede Abraço de Rádios Comunitárias, em parceria com o DCE-UFRGS, transmitirá o Ato do dia 23 de maio, pelo SOS Educação e outras lutas.
www.redeabraco.org
Sejas tu a mídia!
Liga para (51) 9974 8052 e entra no ar, descrevendo teu ângulo do evento. Caso ocupado, agenda tua participação em 3308 4205 e 8144 7010.
Porto Alegre, 23 de maio de 2007
CARTA DE REIVINDICAÇÕES DOS/DAS ESTUDANTES DA UFRGS
Os/as estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul em conformidade com o calendário do Fórum Nacional de Mobilizações novamente se apresentam na luta por uma Universidade Pública, Popular e de Qualidade que responda às necessidades objetivas da população brasileira que financia esta instituição de ensino e o Estado brasileiro.
Aqui na UFRGS seguimos a luta contra a Reforma Universitária, a Universidade Nova e contra todos os tipos de medidas que sigam a lógica dos planos do neoliberalismo para a educação pública na América Latina.
A popularização plena da Universidade não se dará apenas com nossas boas intenções. Meios que coloquem as parcelas significativas de nossa sociedade e que hoje infimamente estão representadas na UFRGS já estão com estudos avançados. O projeto das Ações Afirmativas são uma realidade em algumas Universidades do país que, ao contrário das previsões mais pessimistas (ou seriam elitistas?), estão respondendo positivamente a condição de desigual para a entrada nas Universidades Públicas. Por isso, reafirmamos a necessidade do Conselho Universitário aprovar o projeto de cotas para o acesso, mas também acompanhado de uma política consistente no que se refere a ampliação da Assistência Estudantil.
Encaminhos também uma lista de reivindicações específicas dos cursos e também mais gerais no que diz respeito as reformas da educação superior no país. São elas:
· Manter o direito à Permanência;
· Construção do Restaurante Universitário do Campus Olímpico;
· Ampliação dos Restaurantes Universitários do Campus Centro e do Vale;
· Abertura imediata do Restaurante Universitário do Campus Saúde à noite;
· Ampliação das Vagas nas Casas do Estudante;
· Direito das mães estudantes permanecerem nas Casas de Estudante;
· Abertura da creche da UFRGS para as/os filhas/os de estudantes;
· Exigir do MEC abertura de concurso público para professores e funcionários;
· Realocação imediata do Instituto de Artes;
· Mais segurança nos campi, através de concurso público para seguranças e medidas de segurança nos arredores, como iluminação adequada;
· Abertura, organização e acesso irrestrito de todos os arquivos da UFRGS do período da Ditadura militar;
· Não ao convênio da Aracruz com a UFRGS, seus departamentos e unidades;
· Por uma Universidade verdadeiramente democrática, conselhos paritários e eleição universal para Reitor;
· Pela manutenção dos espaços estudantis e autonomia de decisão pelos centros e diretório acadêmicos, como a TOCA e o CECS;
· Construção Imediata de Banheiros para o Novo Prédio de aulas do IFCH e outros cursos, no Vale.
· Pela formação de uma comissão composta por professores/as, funcionários/as e estudantes para a discussão das diretrizes curriculares;
Além disso, exigimos que a Reitoria se coloque ao lado dos/das estudantes nos seguintes posicionamentos:
· Contra a Reforma Universitária;
· Pela construção de uma Universidade Pública e Popular;
· Pela instituição de uma rubrica específica para a Assistência Estudantil;
· Pela defesa do Plano Nacional de Educação da sociedade brasileira.
Conselho das Entidades de Base – Diretório Central dos Estudantes/UFRGS
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Dia Internacional da Biodiversidade
Publicado por DCE-UFRGS em Domingo, 20/05/07
Programação Completa em: http://www.defesabiogaucha.org/diabiodiversidade/diabiodiversidade.htm
Descubra onde está a biodiversidade no nosso dia-a-dia, na alimentação, transporte, energia e moradia. Esta atividade é promovida por iniciativas autônomas, organizações não-governamentais, movimentos sociais e artísticos.
Venha comemorar a diversidade ambiental e cultural!
DIA 22 DE MAIO – Largo Glênio Peres a partir das 9h – Porto Alegre.:RS
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Funcionários do Ibama/RS em Greve
Publicado por DCE-UFRGS em Terça-feira, 15/05/07
Funcionários do Ibama/RS em greve geral a partir de amanhã e por tempo indeterminado
A decisão foi tomada na plenária dessa terça-feira, dia 15/05, no auditório do Ibama/RS e foi acompanhada pelo DCE da Ufrgs.
Entraram em greve não por causa de reinvindicações salariais ou plano de carreira e sim contra a proposta de divisão do órgão. A decisão acompanhou o que foi tirado em plenária realizada na última quinta, em Brasília.As mobilizações querem anular a Medida Provisória 366, que criou o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. O novo órgão fica responsável por gerenciar as unidades de conservação do Ibama e coordenar os programas de pesquisa e proteção da biodiversidade.
Entre ontem e hoje, mais 15 unidades estaduais do Ibama entraram em greve.
Lindalva Cavalcanti, presidente da Associação dos Funcionários do Ibama no Distrito Federal (AsIbama), afirma que a MP acaba retirando, na prática, grande parte da autoridade que o Instituto tem no gerenciamento das florestas.
“A medida 366 é afrontante ao Ibama. Ela tira 15 dos 22 centros de pesquisas do Ibama, a grande maioria gera pesquisa como instrumento para pesquisa ambiental. Isto está nos preocupando muito, porque o Ibama está passando num processo sem uma maneira sensata de pensar na política ambiental, no momento em que o mundo inteiro está às avessas com o aquecimento global e outros problemas ambientais que estão vindo de forma mais séria”, diz.
Um dos pontos mais polêmicos da MP é que o novo órgão pode conceder licenças ambientais e cuidar da fiscalização. Fato que mostra, para os funcionários, o caráter político da divisão do Ibama. O governo federal vinha acusando o Instituto de ser muito lento na concessão das licenças ambientais, o que estaria retardando projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)
José Mário Virué, presidente da associação dos funcionários (AsIbama) no Rio Grande do Sul, critica a atuação do governo.
“O governo quer que o Ibama, através do seu licenciamento, aprove a toque de caixa, sem respeitar a legislação vigente no país, de grandes obras, mega obras, para favorecer grandes grupos como Odebrecth e outros. Os servidores do Ibama, dentro da técnica e do que recomenda a legislação, dizem que que é para as empresas mudarem o projeto, senão não vão liberar. O que está por trás disso aí também, há muitas ONGs que têm interesses difusos, ou seja, não estão preocupadas com o meio ambiente mas sim com o seu lucro”, diz.
O Ibama possui 200 funcionários no Rio Grande do Sul divididos em sete escritórios regionais, centros de pesquisa e unidades de conservação.
O DCE foi a única entidade de fora presente, além de levar solidariedade aos funcionários e de se colocar junto em uma possível greve, se manifestou no sentido de estar acompanhando de perto todo o processo de desmonte dos órgâos ambientais (Ibama/Fepam) e os ataques do executivo, partes do legislativo e judicário, via campanha difamatória da mídia comercial atendendo aos interesses do grande capital nacional e internacional. Tudo isso implementado pelos governos neoliberais: Yeda aqui no RS e Lula no Brasil.
Esse é o primeiro informe…
Maiores informações: dce@ufrgs.br 0**51-3308/4205
Eduardo Luís Ruppenthal ruppenthalbio@yahoo.com.br 0**51-81633231
Rodrigo Baggio latuca_sativa@yahoo.com.br 0**51-84436044
DCE UFRGS / INSTINTO COLETIVO
POR UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA E POPULAR!!!
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Ato 17/04: Relato
Publicado por DCE-UFRGS em Quarta-feira, 18/04/07
Conforme o calendário de lutas deliberado no Encontro Nacional contra as reformas do governo Lula do dia 25/03 e na plenária da Frente Nacional contra a Reforma Universitária no dia 26/03, ambas em São Paulo, o dia 17/04 foi marcado por lutas no campo e na cidade.
Data que nos relembra o ano de 1996, em que 19 militantes do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra foram brutal e covardemente assassinados pela polícia militar do Pará em Eldorado dos Carajás.
Porto Alegre foi palco de um grande ato público que reuniu cerca de 1000 pessoas entre servidores federais, estudantes e sindicatos. A Associação dos Servidores da UFRGS (ASSUFRGS) chamou paralisação geral para marcar o início da campanha salarial desse ano que além de exigir o fim do congelamento salarial dos últimos 10 anos, faz a crítica contundente ao Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), a atual menina dos olhos neoliberais do governo Lula e da elite nacional, que propõe a manutenção dos salários, já bastante desvalorizados, por mais 10 anos.
Também vieram a Porto Alegre ônibus de servidores da UFPEL, CEFET Pelotas, UFSM e FURG, conseguindo a unidade dos servidores das instituições federais de ensino do Rio Grande do Sul.
O DCE da UFRGS esteve presente com as pautas específicas que hoje atingem quase todos os mais de 20 mil estudantes de graduação da Universidade Federal do RS. A concentração dos estudantes universitários convergiu com a dos servidores e a com dos estudantes secundaristas em frente à Reitoria da UFRGS por volta das 10h 30 min. O DCE, a ASSUFRGS e o ANDES-SN, fizeram suas reivindicações ao Reitor que, acompanhado do Vice-Reitor, de secretários e Pró-Reitores, mais uma vez deu declarações vagas, porém não discordando das manifestações e gritos das centenas de pessoas ao se redor.
A continuidade do Ato foi de maneira pacífica, mas contundente. As diversas falas e palavras de ordem combateram duramente a política econômica do governo Lula, constantemente caracterizado como neoliberal, que asfixia o funcionalismo público, a educação e as outras áreas sociais, como as ligadas a questão da refoma agrária.
Depois de caminharem pelas vias mais movimentadas do centro da cidade passando pela Av. Salgado Filho, Rua Dr. Flores, Av. dos Andradas, Rua Pinto Bandeira e, finalmente, chegando ao Banco Central da Av. Alberto Bins, todas as entidades fizeram suas intervenções finais, ficando a cargo do DCE da UFRGS e da ASSUFRGS darem o tom de encerramento do Ato.
O coordenador-geral do DCE, Shin Pinto, finalizou afirmando a necessidade da unidade das categorias na luta por uma outra Universidade, ressaltando os 590 bilhões de reais desviados da população brasileira para o pagamento dos juros da dívida externa. Terminou com o tradicional refrão do movimento estudantil que se opõe a Reforma Universitária, “quem não pula é governista”. O que se viu foi um mar de estudantes e, até de servidores com anos de luta, pulando e cantando.
Berna Menezes, da coordenação-geral da ASSUFRGS, encerrou conclamando a todos, e em especial os servidores federais, para seguirem na luta contra o PAC que corrói os salários, contra as reformas neoliberais de Lula que retiram direitos historicamente conquistados e saudando efusivamente o grande Ato que acabavam de realizar.
Ao contrário do que escreveu em seu blog, o ex-ministro cassado por corrupção José Dirceu, que não percebia nada de propositivo e de maior importância no Encontro Nacional do dia 25/03, em Porto Alegre e por todo Brasil os defensores de um outro país mostraram como podem ser propositivos e relevantes na contínua escrita da história. O maior dos mensaleiros teve uma indigesta surpresa nesse 17/04.
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