Esta semana começa mais uma edição das Calouradas do DCE, participe!


Esta semana começa mais uma edição das Calouradas do DCE, participe!


Longe dos museus suntuosos ou do ar blasé das vernissages, a arte vai ocupar o espaço do prosaico no dito mês do desgosto na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Mas quem promoveria este improvável encontro – o da arte com toda gente? São as Jornadas Culturais, que ocorrem nos dias 26, 27 e 28 de agosto. Nestes dias – pasmem! – o teatro estará na ruas, os poemas nas paredes, as fotografias nos Restaurantes Universitários, os desenhos nos saguões, as esculturas na Faculdade de Educação e, para fechar, à noite os curtas metragens serão projetados na parede externa desta última.
Confira a programação:



P o e s i a n a U n i v e r s i d a d e
Lista dos Selecionados
Adriana Machado – Letras – Bendita inocência
Ana Maria Andueza dos Santos – Artes Visuais – Costurando Momentos
Ana Paula Freitas dos Santos – Letras - sem título
Ana Stumpf Mitchell – Geografia – Muitas mulheres, a Vandinha
Ana Stumpf Mitchell – Geografia – Sobre Importações
Ana Stumpf Mitchell – Geografia – Séria?
Anelise de Moraes Oliveira – Biblioteconomia – Os olhos
Bruno Hermes Leal – Direito – Metamorfoses da Madrugada
Camila Albani Petró – História - Relações
Camila Rodrigues Machado – Artes Visuais - Camarinha de orvalho
Cássio Vinícius Steiner de Sousa – Filosofia – sem título
Claudia Regina Krauthein Gomes – Pedagogia - Mundos
Cleiton Bittencourt da Porciúncula – Engenharia Química – Tudo me faz lembrar de ti
Cristina Moralles Barbieri – Artes Visuais - Completa Ingratidão
Cristina Moralles Barbieri – Artes Visuais - Lágrimas do Coração
Cristina Moralles Barbieri – Artes Visuais - Fuga
Danielle Soares Pires de Oliveira – Ciências Sociais - Palavras
Danielle Soares Pires de Oliveira – Ciências Sociais - Uma Lua, Uma Noite
Danielle Tatiane da Silva Cabral – PPG em Geografia - Amor Sublime
Daiana Bonetto – Ciências Sociais - o vestido da menina morta
Débora Luiza Pustai – Jornalismo - O Espírito Verde
Denis Axelrud Saffer – Psicologia – sem título
Diego Rafael Hoch de Menezes – Ciênciais Sociais - Ensaio inacabado
Diego Rafael Hoch de Menezes – Ciênciais Sociais – Deslizando
Diego Rafael Hoch de Menezes – Ciênciais Sociais – Pegando do vento..
Eduardo Korndörfer Campana – Direito – Morena
Eduardo Maraninchi – Letras – Eu não sou duplo
Eduardo Maraninchi – Letras – A Desenhista
Gabriel Torelly – História - Reflexões de um “Mundo ao avesso”
Gabriel Villamil Martins – Letras – Peças vazias
Gabriela Dias Blanco – Ciências Sociais – Ímpeto
Gabriela Dias Blanco – Ciências Sociais – Ex-pressão
Gabriela Dias Blanco – Ciências Sociais – Protesto da pele
Gisele de Campos Pinto – Química – Ainda existo
Gisele de Campos Pinto – Química – Não somos poetas do Mal-do-Século? Somos poetas do Século do Mal
Gisele de Campos Pinto – Química – Essência Minha
Giselle de Andrade – Letras – Angústia
Giselle de Andrade – Letras – Quadros
Iara Gomidew Machado – Arquivologia - Meu canto ao Dilúvio
Jenifer Ortiz de Souza – Geologia – Identidade
Jéssica Camejo Pereira – Artes Visuais – Flagra
Jéssica Camejo Pereira – Artes Visuais – Nostalgia
Jéssica Camejo Pereira – Artes Visuais – Soneto do nada
Jonas Araújo Lunardon – Relações Internacionais – Morena
José Avila – Medicina Veterinária - Poesia interna
Juliana Ribeiro – Letras – Coragem/ Covardia
Karine Cristina Krycki – Agronomia – O valor daquela flor
Karine Cristina Krycki – Agronomia – Guardo para ti só o melhor de mim
Karine Cristina Krycki – Agronomia – Nada de mal
Lara Bitencourt – Geografia – Amélia
Larissa Schmitz Hainzenreder – Letras – Destino
Lucas Panitz – PPG Geografia – sem título
Lucas Panitz – PPG Geografia – sem título (II)
Luis Eduardo Pinto – Ciências Sociais - Poemas e Rins
Luiza Ujvari Pabst – Letras - sem título
Luiza Ujvari Pabst – Letras - sem título (II)
Marcos Vinício Pires Nunes – Geografia – Rio Grande do Sul
Mariana Correia – Letras – Hercatéia
Marta Helena Rosa de Assis – Biblioteconomia – Negrosias
Marta Helena Rosa de Assis – Biblioteconomia – Negrosias (II)
Mayquel Ferreira Eleuthério – História – sem título
Nadya Regina Flores Vorga – Música – Canto
Paulo Vinicius Fernandes Barradas – Ciências Biológicas – Esperarei
Pedro Borba – Relações Internacionais – Ode ao Óbvio
Pietro Reginatto – Educação Física - Manhã de Inverno
Priscila Chagas Oliveira – Museologia – sem título
Priscila Oliveira Monteiro Moreira – Letras – Versos Para Boas Moças
Rafael Silveira Gloria – Jornalismo - Poema atravessado
Rafael Silveira Gloria – Jornalismo - Em dias banais
Regina da Silva Lima – Pedagogia – Incertezas
Rodrigo Abrahão Machado Gomes - sem título
Rodrigo Troyano – Artes Visuais – Baldio
Said Lucas de Oliveira Salomón – História – A cidade
Sandra Beatriz Rathke – Biblioteconomia – Trevas
Sílvia Leite Simões Pires – Letras - Tédio
Sílvia Leite Simões Pires – Letras – sem título
Taiana Araújo Coelho Dias Rodrigues – Letras - sem título
Thamy Lara de Souza – Geologia - sem título
Thamy Lara de Souza – Geologia - sem título
Ubiratan Machado Pinto – Letras - Sapatos Pretos
Vicente Cabrera Calheiros – Educação Física – A festa.
Vicente Cabrera Calheiros – Educação Física – Companheiros Prestem Atenção
Vicente Cabrera Calheiros – Educação Física – Um segundo um olhar.
Victor Thadeu Brum Sansone – Engenharia Metalúrgica – Sem Título

O DCE-UFRGS vem a público se manifestar sobre adiamento das aulas e esclarecer a comunidade acadêmica em relação à gripe suína.
A gripe A (suína) é causada pelo vírus influenza A, que sofre seguidas mutações e que pode resultar em doenças de alta ou baixa mortalidade. O termo H1N1 se refere ao subtipo do vírus influenza A mais comum na infecção em humanos pela gripe suína. Para o caso atual, prevalecem casos leves, porém há casos em que a doença se manifesta de forma grave, inclusive em jovens aparentemente saudáveis. Há, por exemplo, casos de internação hospitalar de estudantes de Medicina da UFRGS devido à doença. Porém, ainda estão em andamento investigações sobre alguns aspectos da doença ainda não completamente sabidos, tal como a real letalidade da enfermidade, a qual teve diferentes valores encontrados nos mais variados países, variando desde 2,4% (Argentina) a 0,6% (EUA).
A gripe A se difere de outras gripe pois parece ter um contágio pessoa-pessoa maior que o comum, sendo transmitida por tosse, espirro, contato com secreções respiratórias, dentre outros. Assim, compreendemos a atitude da Reitoria ao adiar o reinício das aulas, a fim de evitar, dentre outros, aglomerações dentro de salas de aula fechadas e, assim, proteger os estudantes e a comunidade geral.
Dentre as medidas preventivas não só para esta gripe, mas para outras doenças também, a higiene adequada das mãos é indicada e, portanto, deve ser SEMPRE realizada. Entretanto, é bem sabido também que nos banheiros de nossa Universidade não é possível tal medida, visto a corriqueira ausência de sabão, toalhas de papel, papel higiênico, assim como condições de limpeza e infra-estrutura mínimas. Sendo assim, reivindicamos da Reitoria medidas imediatas que contornem esta situação não só para proteção contra a gripe A, mas sim para que os estudantes possam diariamente ter condições de fazer uso de banheiros apropriados para a higiene pessoal.
Atentamos para outro fato. É notório que em períodos de uma “epidemia” como esta a lamentável situação da saúde pública se evidencia. Casos extremos como o atual aumentam a demanda de atendimento e, assim, se somam à já insuficiente oferta de serviços públicos para a atenção cotidiana à saúde da população, o que é causado principalmente pela falta de destinação de recursos públicos por parte do governo federal para as áreas sociais, dentre elas, a já citada saúde. Isso acarreta ainda mais filas nos postos e hospitais públicos, em contraste com a ociosidade da maioria dos hospitais privados. Assim, é preciso que o aumento do acesso à saúde à população seja imediato, através da aquisição de infra-estrutura, contratação de profissionais aptos a atender às demandas atuais e futuras, além da edição de uma MP pelo presidente Lula para que os hospitais particulares atendam a população gratuitamente.
Ainda, repudiamos atitudes que tenham como objetivo tornar este período um período de “temor” excessivo e desnecessário, visto algumas informações ainda inconclusas sobre a gripe. Sabe-se que o interesse de que haja esse terror é principalmente da Indústria Farmacêutica, que utiliza as mais variadas formas de manipulação para manter e aumentar seus já imensos lucros e endividar ainda mais alguns países periféricos. Para evitar que tais interesses prevaleçam, é imperativo exigir que seja quebrada pelo Governo Lula, que é o responsável pelo ato, a patente do medicamento Tamiflu (oseltamivir) – que é eficaz contra o vírus influenza A –, assim como demais medicamentos contra a gripe, e que sejam produzidos em laboratórios estatais e distribuídos gratuitamente os genéricos destes. A tecnologia de produção da vacina contra a gripe também deve ser universalizada, e não restrita a um laboratório privado. Medicamentos fazem parte do tratamento das mais diversas enfermidades e devem ser entendidos como um direito à saúde, não uma mercadoria.
Nós, do Diretório Central dos Estudantes, gestão 2008/09 “DCE Sempre em Frente! UFRGS Pra que(m) te quero?!” , ressaltamos, finalmente, o pronunciamento da Reitoria, que coloca em dúvida a volta às aulas para o dia 17 de agosto. Entendemos a preocupação com a propagação da gripe, porém, no papel de representação estudantil da UFRGS, o DCE solicita à Reitoria que, assim que houver mais clareza acerca do comportamento da doença, seja imediatamente divulgada uma data oficial e definitiva de reinício das aulas, tendo em vista que os mais de 20 mil estudantes da Universidade necessitam de um mínimo planejamento para as mais diversas atividades que desejam realizar no segundo semestre, além do desagradável fato de que com o adiamento as aulas devem se estender até o final de dezembro.
Porto Alegre, 12 de agosto de 2009.

O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, vem por meio desta nota prestar apoio, solidariedade e informar que se soma ao Diretório Central dos Estudantes Honestino Guimarães da Universidade de Brasília, engrossando o coro em repudio a ação promovida pelo Democratas contra o sistema de cotas raciais na Universidade de Brasília.
Tendo em vista do ocorrido no dia 20 de julho, onde o partido (DEM), por meio de sua advogada Roberta Kaufmann, impetrou uma Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF, demandando a suspensão liminar do sistema de cotas raciais da UnB e do resultado do Vestibular do segundo semestre de 2009. Assim, consideramos que essa medida vem de forma antidemocrática querer acabar com a política de Ação afirmativa pioneira da UnB de democratização do acesso ao espaço universitário, que em nosso entender é da mais alta relevância.
Numa tentativa clara, tenta-se mudar o foco da argumentação, colocando que em termos biológicos não existem raças e que, portanto, não pode haver racismo no país, descrevendo um país muito diferente do Brasil real, onde viveríamos em uma sociedade plural, plena e de igualdade. A partir da ação movida pelo DEM que questiona a UnB por “institucionalizar o racismo” e por lançar as bases de um “Estado racializado” e que as políticas de ação afirmativa são problemáticas quando têm o recorte racial. Assim, Kaufmann se contradiz ao considerar que não quer discutir a existência de racismo, preconceito ou discriminação no Brasil, e logo mais afirma que: “ninguém é excluído pelo simples fato de ser negro” (p. 27), ou seja, categoricamente a advogada afirma que não existe racismo no país. Tendo em vista esse tipo de argumentação evasiva, nós, lutadores em favor das cotas, repudiamos os argumentos baseados na genética humana para afirmar que somos todos iguais, quando na verdade sabemos que o racismo brasileiro é fenotípico e permanece arraigado em nossa sociedade, mesmo que velado, o racismo brasileiro se expressa nos estereótipos sociais e nas ações de poder e segregação.
Diferentemente do que afirma a advogada, o quadro do Brasil é o de uma grande desigualdade social e racial (tendo em vista que pobreza e negritude possuem uma forte interligação na realidade histórica brasileira muitas vezes não podendo ser dissociados, porem necessitando serem percebidos em suas especificidades) . Percebemos a baixa representatividade dos negros em espaços de poder, assim como nas universidades. Se é mínima a parcela da população que têm acesso à educação superior, menos ainda são os negros que chegam à universidade, sendo em torno de 2%.
Em 2003 a UnB tomou uma decisão muito importante nesse sentido, onde o CEPE (Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão) aprovou o sistema de cotas, reservando 20% das vagas a estudantes que se autodeclaram negros e afro-descendentes. Essa política vem acima de tudo, para mudar a realidade da universidade, quebrar o monocromatismo branco e escurecê-las, popularizando o acesso e a produção do conhecimento dentro da instituição. Foi com essa política que a UnB e outras universidades do país, como a nossa, a UFRGS, começaram a mudar. Com o sistema de cotas, mais negros começaram a entrar e a influenciar os rumos do ensino e pesquisa, contribuindo para uma formação social mais plural e plena da universidade. Em nosso caso, as cotas indígenas também foram aplicadas.
Foi com o sistema de cotas que se criou uma real possibilidade de empoderamento de uma significativa parcela da população que historicamente foi e é discriminada e excluída de âmbitos sempre pertencentes à elite branca culta do Brasil, podendo assim, dizer que além do corte racial, as cotas trazem em seu bojo fortemente o corte de classe, o que irrita a classe sempre privilegiada pelo acesso as IES públicas do país. Hoje ainda a universidade é um dos espaços predominados pela elite branca, e as cotas vêm para romper com esse arranjo, democratizando e popularizando, mesmo que em grau ainda mínimo, as universidades.
Temos ciência que a medida é ainda pouca, pois clama por políticas muito mais efetivas, como além de acesso, a possibilidade de permanência dessas camadas mais carentes, contudo, temos convicção em considerar um avanço muito significativo a implementação das reservas de vagas, e por ela continuaremos lutando, por sua efetiva aplicação, e contra os sistemáticos ataques. A experiência das cotas é o caminho inverso ao do “racismo institucionalizado” . Após a implementação do sistema de cotas em diversas IES do país, a luta contra o racismo se intensificou em quase todos os espaços das universidades, sendo que os vários movimentos sociais que se articularam desde então sempre contribuíram em muito para uma maior proximidade da universidade com a sociedade e para a minimização da segregação social e racial.
Assim, política de cotas é um marco na UnB, como foi aqui na UFRGS. Ela sinaliza a institucionalização do processo da luta pela igualdade racial e social em nosso país. Em vários momentos os críticos ao sistema de cotas questionam a igualdade, a partir do texto da constituição federal. Porém questionamos como é possível falar de igualdade quando brancos e negros partem de pontos tão distintos em nossa sociedade. De que igualdade se fala? De acesso? O âmbito econômico não influi no acesso? Basta vontade? Além do aspecto econômico, a cor da pele de alguém não conta ao ser julgado?
Para que possamos concretizar o preceito constituinte de igualdade é central avançar em políticas públicas. As ações afirmativas são instrumentos com o claro objetivo de mudar uma realidade e afirmar a presença de um grupo socialmente minoritário. Sabemos dos limites das medidas paliativas, mas não abrimos mão de sua reivindicação para que tencionemos nas contradições mais urgentes existentes e permanentes em nossa sociedade. Não se trata de culpar os brancos pela escravidão, como a advogada leva a crer, mas sim o de reforçar o negro como parte integrante e ativa de nossa sociedade.
Assim como o DCE da UnB, entendemos como sendo de importante valia o papel democratizante que as cotas possuem, prestamos apoio ao DCE nessa luta em defesa das cotas, e na manifestação de repúdio ao DEM. Também reiteramos que a formulação e a implementação de políticas de ação afirmativa são centrais para a consolidação democrática do país, sendo exatamente por isso sempre alvo de ações de grupos – e partidos – conservadores que não querem o empoderamento popular. Pela universidade publica popular, gratuita e de qualidade que lutamos, consideramos que o papel da universidade é formular constantemente políticas que visem soluções para os problemas de nossa sociedade. Esse papel tem que ser garantido por todos e a única forma de garantir que isso não se encerre é com luta!
Ratificamos e reforçamos a conclamação a todos os movimentos sociais a se manifestarem e se engajarem na luta em defesa de uma sociedade mais justa, plural e democrática, a partir desse ataque vindo dos Democratas contra as cotas raciais na UnB. Somente com uma ampla organização, articulação e percepção da importância de todos lutadores sociais que acreditam na popularização das IES do Brasil, será possível a real garantia da aplicação, manutenção e melhorias das Ações Afirmativas, mais especificamente as medidas de reservas de vagas nas Universidades, que garantiremos a grande vitória em derrotar atitudes como essa tomada pelo Democratas.
Não à ação do Democratas!
Em defesa do Sistema de Cotas da UnB e em todas IES do Brasil!
Porto Alegre, 10 de agosto de 2009.
Diretório Central dos Estudantes – Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Gestão 2008/09 – “DCE Sempre em frente! UFRGS pra que(m) te quero?”

A gestão DCE Sempre em frente – UFRGS, pra que(m) te quero?!, atual gestão do DCE da UFRGS torna pública a sua decisão contrária a realização de um Congresso Estadual de Estudantes com finalidade de criar uma nova entidade.
Somos contra por acreditar que toda nova entidade deva surgir do coletivo dos estudantes, da base e não de seus dirigentes ou de uma vanguarda. Somos contra a forma que ocorreram as tiragens de delegados, vinculando estes com as eleições do CONUNE, onde se organiza uma parte, mas não a totalidade dos setores combativos do movimento estudantil.
Por estes motivos, fazemos um apelo àqueles que estão puxando o congresso e aos estudantes gaúchos. Que nos dias 11 e 12 de setembro seja feito um Encontro Estadual de Estudantes aberto, onde todos, universitários e secundaristas, possam discutir o movimento estudantil gaúcho.
Que desse encontro se tire um calendário de lutas para o segundo semestre de 2009, seguindo o caminho trilhado nas lutas do primeiro semestre contra o sucateamento da educação, a criminalização dos movimentos sociais e a corrupção no Governo Yeda.
Dessa maneira se terá tempo e possibilidades para se discutir a falência da atual UEE. Para que no final desse calendário de lutas se realize um Congresso com tiragem de delegados de forma idônea e imparcial, com ampla discussão e divulgação. Só assim a nova entidade não nascerá com velhos vícios.
Porto Alegre, 6 de agosto de 2009.
DCE-UFRGS