DCE-UFRGS

Gestão 2008/2009 – DCE Sempre em Frente! UFRGS, pra que(m) te quero?!

Posts de Março, 2007

CALOURADAS 2007

Publicado por DCE-UFRGS em Quinta-feira, 22/03/07

Mais um ano começa e o DCE está promovendo um grande ciclo de debates sobre a democratização da Universidade. Em defesa de uma Universidade pública e popular é o eixo de nossos debates, compostos por painéis e oficinas. Além disso, no sábado, dia 31, a partir das 22h, uma baita festa no Galpão do IBGE.

Confira a programação!

Segunda (26/03)

“Extensão e Universidade”

Engº Agrônomo Sebastião Pinheiro (Núcleo de Economia Alternativa – NEA/UFRGS)

Representante do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST)

Representante do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC)

Local: Lona na frente da Faculdade de Educação

Hora: 18h

Promoção: Grupo de Apoio a Reforma Agrária (GARRA)

Apoio: DCE

“Filme debate: O sorriso de Monaliza”

Local: Auditório da Fabico – Ramiro Barcelos, 2000.

Hora: 18h30min

Promoção: GT de Gênero e Combate à Homofobia.

Apoio: DCE

Terça (27/03)

“Em busca da Universidade Pública e Popular: contra a reforma universitária”

Roberto Leher – Sociólogo, ex- presidente da Associação Nacional de Docentes do Ensino Superior e membro da CLACSO.

Heloísa Fernandes – professora aposentada da USP. Filha do Sociólogo brasileiro Florestan Fernandes e Representante da Escola Florestan Fernandes

Local: ILEA – Campus do Vale

Hora: 18h30min

Quarta (28/03)

“Democracia na Universidade”

Representação da ASSUFRGS

Representação da ADUFRGS

Representação do DCE da UFRGS

Reitoria (a confirmar)

Local: Auditório da Faculdade de Direito

Hora: 18h30min

Quinta (29/03)

“Conversando sobre experiências de ações afirmativas”

Dora Lúcia Bertulho – Procuradora da Universidade Federal do Paraná, participou do processo de implementação de ações afirmativas da UFPR.

José Jorge de Carvalho – professor de antropologia da UNB, participou do processo de implementação de ações afirmativas da UNB.

Local: Sala 101 da Faculdade de Educação

Hora: 18h30min

Sábado (27/03)

Festa no Galpão do IBGE a partir das 22h.

 

Bandas: Udi e a Geral & Bataclã F.C.
E mais Dj’s pra ficar até de manhã.

Aluno da UFRGS: um quilo de alimento (não vale sal!) e apresentação do cartão da universidade. Cada aluno da Universidade pode levar um acompanhante não-aluno.

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Seminário Sobre Convênio UFRGS-Aracruz

Publicado por DCE-UFRGS em Quinta-feira, 22/03/07

Cartaz Seminário Convêniio AracruzO Núcleo de Economia Alternativa com o apoio do DCE e DA’S está organizando
para esta quinta-feira (22/03) um seminário que visa a dar continuidade ao
Debate sobre o convênio UFRGS/ARACRUZ no sentido de consolidar nossa vitória
sobre a interrupção do convênio.
Será no salão de Atos II da Reitoria.
A partir das 19h.

Mais informações estão no cartaz ao lado. .

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Novo Site

Publicado por DCE-UFRGS em Terça-feira, 20/03/07

Logo GestãoNovo Blog (Site) da Gestão Instinto Coletivo 2007 – DCE – UFRGS

(Horário de Atendimento da Sede Central: das 9h às 19h).

Será um meio constante de comunicação entre a Gestão e os Estudantes.

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Otimização do RU do Campus Central

Publicado por DCE-UFRGS em Segunda-feira, 19/03/07

No dia 12/3, foi apresentado o resultado do projeto para otimização do RU do Campus Central. A pedido do DCE e da SAE, a EPR realizou o trabalho de coleta de dados e apresentou possíveis alternativas para melhoria do atendimento no RU. Entre as alternativas está a colocação de mais um caixa de atendimento e um terceiro equipamento de “buffet”, que serão colocados em funcionamento em breve, assegurou o Sr. Ângelo Ronaldo da Silva (SAE UFRGS) em reunião que contou com a participação de Fábio Albuquerque (DCE UFRGS) e Sr. Paulo (Coordenador dos Restaurantes Universitários).

Segundo o estudo, as mudanças “PROVISÓRIAS” não resolverão o problema das filas e sim poderão amenizá-los, desde que os estudantes mudem alguns de seus hábitos, como o tempo de permanência nas mesas e demora no caixa em função da procura do dinheiro e cartão, sem mencionar o desconforto gerado pelos “furos”, que prejudicam os estudantes que respeitam a fila.

Durante as férias de inverno, o Restaurante Universitário passará por uma reforma estrutural com a finalidade de otimizar sua utilização e diminuir as filas. Sabemos que as enormes filas somente acabarão quando tivermos um novo RU no centro. Mas até que isso aconteça, podemos tomar algumas medidas para melhorar a utilização do espaço. Assim, com a utilização dos dados coletados pela empresa da engenharia de produção, o DCE conjuntamente com a SAE e com a EPR, estará fazendo uma campanha de conscientização e informação para os estudantes que utilizam o RU do centro, afim de desafogar as filas e melhorar o funcionamento e habitabilidade do Restaurante.

 

Fábio Albuquerque

 

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Editorial (Contramola N.º 1)

Publicado por Contramola em Quinta-feira, 15/03/07

Iniciar o ano com um projeto político eleito pela terceira vez para gerir o DCE (primeira vez na história da UFRGS) é tarefa que renova significativamente nossa vontade de lutar e transformar. Porque, muito mais que a executiva da entidade, temos um projeto que entrou na pauta da Universidade desde a primeira vitória no segundo semestre de 2004 e que esse ano se apresenta na gestão Instinto Coletivo.

 

 

Entramos 2007 fortalecidos após uma eleição que distinguiu claramente qual a Universidade que a maioria dos estudantes da UFRGS que realmente participam das discussões sobre a educação superior no Brasil querem: a Universidade Pública e Popular. Uma Universidade que tenha a democracia como essência. Democracia no acesso, que corrija os graves desvios da nossa formação sócio-cultural através das Ações Afirmativas; que possibilite meios de permanência através da assistência estudantil; que seja democrática no diálogo com os movimentos sociais e com a população que financia a universidade. Uma Universidade construída e gerida por estudantes, professores e servidores. Que esteja voltada aos interesses coletivos, não os da iniciativa privada.

 

 

E é defendendo esse projeto que começamos 2007 enfrentando debates difíceis de serem travados, pois dentro dos conselhos que dirigem a UFRGS os estudantes têm apenas 15% de voto, assim como os funcionários, enquanto a ditadura docente impera com seus 70% de poder de decisão. Dentro do Conselho Universitário, órgão máximo de decisões da UFRGS, a destruidora da vida ARACRUZ Celulose propôs, em fevereiro, uma nefasta parceria com a Universidade, que vai de encontro a tudo o que os estudantes que defendem a respeito da Universidade Pública e Popular.

 

 

Em âmbito nacional, o governo Lula segue com sua contra-reforma universitária e começa a implementar na Bahia a Universidade Nova, o que se concretiza como auge do neoliberalismo no Ensino Superior.

Entretanto, com tantas adversidades os lutadores se organizam. O DCE da UFRGS compõem a Frente Nacional de Luta Contra a Reforma Universitária. O calendário de defesa da Universidade Pública está em andamento. E com o apoio d@s estudantes da UFRGS gritaremos para todo mundo ouvir: FORA ARACRUZ DA UFRGS.

 

 

Sejam bem-vindos os que retornam e, especialmente, os que chegam.

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Universidade Nova: que novidade é essa?

Publicado por Contramola em Quarta-feira, 14/03/07

A história das universidades brasileiras se confunde com a história da luta entre a sede dos mercados em transformar a educação em mercadoria ou pelo menos em insumo para agregar valor às mercadorias e a defesa do seu caráter público e voltado aos interesses da maioria da população.

A linha iniciada com os governos da ditadura militar através do acordo entre Ministério da Educação e Cultura (MEC) e a United States Agency for International Development (USAID), que retira a autonomia da universidade como centro de produção de conhecimento e seu potencial crítico, até hoje não foi rompida e só não foi implementada em sua íntegra, em função das importantes lutas que o Movimento Estudantil combativo, em conjunto com os docentes e funcionários das universidades travaram contra os sucessivos governos, incluindo o atual, que aprofunda ainda mais este processo com a sua “reforma” universitária.

O debate fundamental sobre esse processo é qual o caráter deve ter a universidade. Seguindo a linha neoliberal, iniciada com o MEC-USAID, em que o ensino superior é responsável apenas para formar quadros para o mercado de trabalho, pesquisas com menores custos às grandes empresas, com o conhecimento desconectado dos interesses da população que financia as universidades públicas, ou uma universidade, como a que defendemos, de fato gratuita, democrática, que tenha a educação como um princípio de emancipação do homem propiciando melhores condições de vida para a grande maioria das pessoas.

Consideramos fundamental afirmar o caráter popular da universidade que desejamos. O que significa que ela deve permitir o acesso e a permanência do estudante (particularmente os mais pobres), além de combinar de forma inseparável o Ensino, a Pesquisa e a Extensão, via financiamento público das universidades públicas.

Infelizmente, o que temos assistido é a mercantilização totalizante, tanto no acesso ao Ensino através de um sucateamento crescente da educação básica e mecanismos excludentes como o vestibular , à Pesquisa através dos convênios com empresas privadas (ver artigo sobre a ARACRUZ na UFRGS) usando o nome, a estrutura e a força de trabalho disponível nas universidades públicas e à Extensão, que se torna cada vez mais dispensável no cardápio das públicas, sendo que esteve raramente no de poucas privadas. Dessa forma, o conhecimento produzido não corresponde às demandas da maioria da população, afastando-a cada vez mais da universidade.

Agravante desse processo é a precarização do trabalho dos funcionários e docentes universitários. Do ponto de vista dos funcionários, o fantasma da terceirização dos serviços e do ponto de vista docente, uma lógica competitiva inaugurada pela Gratificação de Estímulo à Docência (GED) acompanhada de uma perda de direitos, comprometendo a livre-docência e praticamente extinguindo a dedicação exclusiva, o que tem repercussões gravíssimas na qualidade do ensino.

Desde 2004, o governo Lula vem implementando a Reforma Universitária. Aos pedaços, para diminuir as possibilidades de resistência, conforme reza a cartilha do Banco Mundial para a educação na América Latina denominada “O BM e o Ensino Superior: Lições Derivadas da Experiência” (1994). Em seu primeiro mandato, o presidente Lula aprovou através de medidas provisórias diversos pontos fundamentais desse processo, como o PROUNI, Lei de Inovação Tecnológica, o SINAES e Decreto das Fundações, além de propor o Anteprojeto de Lei com os demais pontos que compõem a Reforma.

O Programa Universidade para Todos (PROUNI) sem dúvida é o mais explorado pela publicidade governamental no que diz respeito à educação. Trata-se de um programa que consiste na compra de vagas em universidades privadas pelo governo federal, através de isenção de impostos (algo na ordem de R$ 3 bilhões/ano) e distribuídas segundo critérios sócio-econômicos em bolsas parciais e integrais. A oferta inicial de 120 mil vagas ocultou o plano de salvação que o governo Lula implantou para salvar os “pobres” donos das instituições de ensino superior (IES) privadas que agora respiram mais aliviados com um menor número de vagas ociosas e com os bolsos ainda mais recheados. O que o governo esqueceu de mostrar aos estudantes beneficiados, e ao povo brasileiro em geral, é a falta de assistência estudantil, de ensino de qualidade, de pesquisa, de extensão. Não informou também que com os valores que deixa de arrecadar com esses impostos não cobrados poderia dobrar a oferta de vagas nas IES públicas.

Com o argumento de não ter verbas para o financiamento necessário às IES públicas também pudera, pagando R$ 590 bi em quatros anos somente de juros da dívida e deixando de arrecadar R$ 3 bi anualmente de impostos das IES privadas o governo apresenta a Lei de Inovação Tecnológica, que estabelece o “professor empreendedor”. Essa lei determina que as IES públicas busquem fontes de financiamento próprias premiando os docentes com maiores índices de produtividade científica. Dessa forma, promove a competição entre os professores por bolsas polpudas financiadas pela iniciativa privada. Obviamente, os empresários que financiarão a produção científica direcionarão os rumos destas a seus próprios interesses, não esquecendo das cláusulas de sigilo que impedem que o conhecimento produzido pela universidade sejam estudados em sala de aula.

A continuidade do Provão de FHC tem hoje o nome de ENADE, Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, e faz parte do SINAES, Sistema Nacional Avaliação do Ensino Superior. O ENADE representa a continuidade do antigo sistema de avaliação, que ao invés de fazer uma real avaliação das IES e investir nas que mais necessitam, promove um disputa injusta e desleal por verbas públicas entre universidades públicas e privadas.

Esses são dados por si só bastante nocivos e dignos de atenção dos defensores de uma Universidade pública, popular, gratuita, democrática, laica, de qualidade, socialmente referenciada. Porém, servem apenas de pontapé inicial para o maior projeto de desmonte total da universidade tal qual como conhecemos, que assim como é já está bem longe da que batalhamos, que foi apresentado recentemente pelo reitor da UFBA, Naomar de Almeida Filho, na Bienal da UNE. A chamada Universidade Nova irá transformar a educação superior numa verdadeira escola técnica, ou tecnológica, como vem sendo denominada.

Formada por ciclos básicos, em que, por exemplo, estudantes da área de humanas dos diversos cursos terão dois anos de faculdade em comum, tendo sua formação complementada por um ano da parte específica de cada curso. Fazendo as contas, em três anos um estudante sairia com um título de graduado tecnológico. O ensino à distância será a tônica de boa parte da formação. O mestrado e o doutorado também terão suas variáveis tecnicistas na Universidade Nova. Para se tornar um mestre ou doutor tecnológico não serão mais exigidos uma dissertação e uma tese, respectivamente.

Enfim, quanto menor a formação humanista e menor o desenvolvimento do pensamento crítico teremos uma mão-de-obra cada vez mais técnica, menos reflexiva. Conseqüentemente, uma sociedade menos contestatória, com potencial de entendimento diminuído perante aos ataques que sofre. Esse modelo de educação para o nível superior está em curso no Centro Universitário da Bahia FIB, em que este novo modelo de educação foi apresentado aos estudantes no início deste semestre como uma surpresa nada agradável no começo do ano letivo.

Esses são dados por si só bastante nocivos e dignos de atenção dos defensores de uma Universidade pública, popular, gratuita, democrática, laica, de qualidade, socialmente referenciada. Porém, servem apenas de pontapé inicial para o maior projeto de desmonte total da universidade tal qual como conhecemos, que assim como é já está bem longe da que batalhamos, que foi apresentado recentemente pelo reitor da UFBA, Naomar de Almeida Filho, na Bienal da UNE. A chamada Universidade Nova irá transformar a educação superior numa verdadeira escola técnica, ou tecnológica, como vem sendo denominada.

Formada por ciclos básicos, em que, por exemplo, estudantes da área de humanas dos diversos cursos terão dois anos de faculdade em comum, tendo sua formação complementada por um ano da parte específica de cada curso. Fazendo as contas, em três anos um estudante sairia com um título de graduado tecnológico. O ensino à distância será a tônica de boa parte da formação. O mestrado e o doutorado também terão suas variáveis tecnicistas na Universidade Nova. Para se tornar um mestre ou doutor tecnológico não serão mais exigidos uma dissertação e uma tese, respectivamente.

Enfim, quanto menor a formação humanista e menor o desenvolvimento do pensamento crítico teremos uma mão de obra cada vez mais técnica, menos reflexiva. Conseqüentemente, uma sociedade menos contestatória, com potencial de entendimento diminuído perante aos ataques que sofre. Esse modelo de educação para o nível superior está em curso no Centro Universitário da Bahia FIB, em que este novo modelo de educação foi apresentado aos estudantes no início deste semestre como uma surpresa nada agradável no começo do ano letivo.

Concretamente…

Apesar dessas imensas dificuldades, o enfrentamento contra o plano de educação do Banco Mundial e implantado pelo governo Lula está sendo realizado por diversos segmentos. Está consolidada a Frente Nacional de Luta Contra a Reforma Universitária. Em uma reunião no Rio de Janeiro, na qual o DCE da UFRGS esteve presente, no dia 01°/02 desse ano, mais de 250 pessoas entre estudantes secundaristas e universitários, técnicos-administrativos e professores, representando DCE’s, CA’s, DA’s, Associações de Servidores e o ANDES-SN criaram uma secretaria que direcionará a pauta de lutas da Frente em 2007. O objetivo imediato é reunir forças para barrar o Projeto de Lei 7200 que contempla os pontos ainda não aprovados da Reforma Universitária e ampliar a discussão sobre o que representa para o futuro próximo do país a Universidade Nova. Aproveitando a data de 25/03 em que a Conlutas e a Intersindical farão um encontro para a discussão contra as reformas neoliberais, a Frente fará uma plenária nacional dia 26/03 também em São Paulo. O DCE da UFRGS estará presente e mais uma vez abre o convite a todos os que não desejam ver a Universidade perder seus últimos resquícios de liberdade intelectual e o que ainda lhe resta de caráter público. Lembrando que a omissão é aliada do governo nesse processo. Participa, afinal, esta luta também é tua!

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Campanha pelo RU na ESEF JÁ!

Publicado por Contramola em Quarta-feira, 14/03/07

No último período, aconteceram na UFRGS diversas manifestações por parte dos estudantes. Em uma delas, que ocorreu no dia 13 de setembro de 2006, mais de 300 estudantes de diversos cursos ocuparam a reitoria, tendo como principal reivindicação a construção imediata do Restaurante Universitário da Escola de Educação Física (ESEF). A ESEF é o único campus que não possui RU – o que dificulta a permanência dos estudantes na Universidade, tendo em vista o alto custo das refeições -, sendo que a demanda para construção do restaurante foi comprovada através de pesquisa realizada pelo Diretório Acadêmico de Educação Física (DAEFI).

A reivindicação dos estudantes deu resultado: a partir dela o reitor assinou o documento no qual ele se compromete com a construção do RU na ESEF. A partir daí, aconteceram diversas reuniões da reitoria com os estudantes (DCE e DAEFI) para viabilização do projeto, onde foram propostos meios para sanar o problema, desde servir almoços no galpão crioulo da ESEF – o que foi descartado devido as condições do mesmo -, até mesmo transportar os estudantes da ESEF para o RU da Saúde – o que obviamente fomos contrários, pois uma medida dessas não solucionaria o problema e acabaria por gerar outros.

As negociações continuam e nossa posição é clara, queremos um Restaurante Universitário definitivo na ESEF, subsidiado com verba pública, pois defendemos a Universidade pública e de qualidade. Acreditamos na palavra da reitoria, mas temos plena convicção que nosso objetivo se concretizará somente quando for servida a primeira bandeja de almoço no RU da ESEF.

RU na ESEF JÁ!

 

  De pé, ó vitimas da fome!

 

Eduardo (Alemão) Pergher

 

DCE – Instinto Coletivo

 

DAEFI – Movimento Consciência e Luta

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União Metropolitana dos Estudantes (UMEU)? Fique de Olho! Golpe à vista!

Publicado por Contramola em Quarta-feira, 14/03/07

Nas últimas eleições do DCE da UFRGS, apresentou-se uma chapa (chapa 2) composta por militantes de Partidos políticos conservadores e um vereador do PP (antigo PDS, partido da ditadura militar) defensores do crescimento da iniciativa privada no ensino superior e dentro das próprias universidades públicas inclusive. Uma das propostas mais gritantes era a de que o DCE tivesse em seu interior uma “agência de estágios” facilitando a vida daqueles precarizam o trabalho juvenil através da burla à legislação trabalhista hoje, infelizmente, expressa nos estágios.

Naquele momento, em meio às inúmeras calúnias apresentadas por aquela chapa, denunciávamos a ligação desse movimento (intitulado “Movimento Estudantil Liberdade”) à máfia que dirige o DCE da PUC há mais de 10 anos e que é acusada de envolvimento na morte de um estudante que tentou denunciar suas falcatruas com o dinheiro da entidade, além de diversas ações truculentas contra qualquer um que resolva fazer oposição às eleições fantasmas promovidas por eles. Pois bem, após terem feito um fiasco eleitoral na eleição do DCE da UFRGS, desesperadamente, os componentes do tal Movimento Estudantil Liberdade buscaram, como quem busca cabelo em ovo, irregularidades no processo eleitoral, inclusive entrando na justiça o que, obviamente, não teve nenhum resultado. Uma verdadeira afronta aos CA’s e DA’s que organizaram o processo eleitoral e, principalmente, aos 4.539 estudantes que participaram das eleições.

Como se não bastasse, esses mesmos agora querem dar mais um golpe. Do dia para a noite e sem nenhuma participação dos estudantes fundaram, em conjunto com as máfias do DCE da PUC e da ULBRA, uma entidade estudantil: UMEU – União Metropolitana dos Estudantes Universitários. Através de suas influências políticas na Prefeitura de Porto Alegre, mesmo sem realizar nenhum congresso estudantil e, tampouco, terem sido eleitos, conseguiram liberação da EPTC para fazerem carteirinhas estudantis.

Queremos alertar a todos os estudantes para que não caiam em mais um golpe. O dinheiro arrecadado pelo DCE com as carteirinhas é todo revertido em atividades de interesse dos estudantes e tem prestação anual de contas ao Conselho de DA’s, ao passo que o dinheiro arrecadado por esses burocratas só servirão para financiar candidaturas e benesses pessoais sem nenhuma prestação de contas.

Fique de olho! Faça sua carteirinha no seu DA, CA ou no DCE e financie as entidades que realmente têm compromisso com os estudantes. “UMEU não é o NOSSO!”

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DEMAGOGIA: DEBATE SOBRE REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL ENCOBRE A RAIZ DO PROBLEMA DA CRIMINALIDADE

Publicado por Contramola em Quarta-feira, 14/03/07

O oportunismo, mais uma vez, toma conta do Congresso Nacional. Após o assassinato do garoto João Hélio no Rio de Janeiro,forças políticas conservadoras, apoiadas pela grande mídia sensacionalista, aproveitam o clima de comoção nacional para desenterrar o primitivo debate da redução da maioridade penal, sugerindo a iniciativa como solução para os problemas da criminalidade do Brasil. O projeto de lei que trata do tema é de autoria de ACM, mesmo parlamentar que, ano passado, reivindicou o fechamento do Congresso em discurso que teve como mote a criminalização dos movimentos sociais.

A substituição das medidas sócio-educativas pela destinação de jovens infratores às penitenciárias brasileiras, verdadeiros “depósitos de seres humanos” e grandes responsáveis pelos altos índices de reincidência no crime, de forma alguma pode ser considerada como alternativa. As verdadeiras causas do problema não são sequer tangenciadas neste debate, talvez porque não interesse aos parlamentares brasileiros atacar o mal em sua raiz. A impunidade é um problema a ser resolvido, não há dúvidas, mas o endurecimento das penas deve ser rechaçado pela sociedade, pois não teve eficácia contra o crime em nenhum dos locais onde foi aplicado. Em um país onde a desigualdade é tão gritante, com uma concentração de terras e renda imensa como no Brasil, a solução passa, em primeiro lugar, por políticas de forte investimento social, impedindo, assim, que os nte a proposta de redução da maioridade penal, e afirmamos que índices pífios de investimento nas áreas sociais – como, por exemplo, os 2,67% do orçamento aplicados em educação pelo governo federal – apenas contribuem à perpetuação das desigualdades, e, conseqüentemente, ao crescimento da criminalidade no Brasil. CHEGA DE DEMAGOGIA!

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Falta de Segurança no Campus do Vale: Até Quando?!

Publicado por Contramola em Quarta-feira, 14/03/07

Recentemente o caso do assassinato de um funcionário terceirizado da UFRGS em dezembro do ano passado tornou publica a falta de segurança na UFRGS. Mas não é de hoje que quem estuda no campus do vale sofre com este problema. A insegurança é grande, são comuns os relatos de colegas que foram assaltados dentro do campus e já aconteceram inclusive casos de estupro. Muitas das disciplinas dos cursos noturnos acabam mais cedo por causa da falta de segurança e muitos laboratórios, como o de informática das Geociências, foram roubados e os seguranças nada fizeram.

Esta violência que assombra nossa universidade tem origem não somente desigualdade social que existe em nossa sociedade, mas também na política do Governo Lula, que através da Reforma Universitária impõe um sucateamento das universidades publicas, cortando verbas e obrigando-as a escolher entre tentar sobreviver com uma verba insuficiente ou se vender a iniciativa privada através das PPP´s(Parceria Publico – Privado).

Graças à falta de verbas a UFRGS acaba tendo que contratar uma empresa de segurança privada que apenas protege o “patrimônio” da UFRGS, ou seja, os prédios, salas e etc., enquanto os estudantes que se virem como podem para escapar dos assaltos. Isso tudo porque é mais barato terceirizar do que abrir concurso público para contratar seguranças que tenham como responsabilidade proteger os estudantes, professores e funcionários.

Não podemos seguir tolerando esse descaso com a nossa segurança! Precisamos nos organizar e lutar para reverter esta situação. Temos que exigir a ampliação das verbas públicas par as universidades públicas, e derrotar a Reforma Universitária do governo federal, que corta as verbas da educação pública e impende a realização de concursos públicos para melhorar e ampliar a segurança na UFRGS. Só a nossa mobilização e organização podem por um fim nesse problema. Procura o DCE e o teu DA e vamos juntos construir esta luta.

Chega de Assaltos e Violência na UFRGS!

Concurso Público Para Ampliação da Segurança Já!

Ampliação das Verbas Públicas Para as Universidades Públicas!

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